Continuando com a missão de fazer nossos leitores e colaboradores participarem de algo próximo daquilo que todo gamer tem vontade de trabalhar… Está no ar o 2º GAME TESTER do Vitrinedasideias.com. Dessa vez, trouxemos pra vocês essa que é uma das promessas de melhor jogo do ano, criado pelas mãos dos gênios da gigante Activision.
E nas palavras deles:
Call of Duty MW3 começa logo após o fim de Modern Warfare 2, com a invasão de Washington – EUA pelos russos, e traz à cena uma nova guerra mundial com confrontos em outras localidades como Londres, Paris e Berlim.
Agora, a caçada pelo terrorista Vladimir Makarov – estopim para a invasão dos EUA – irá levar os jogadores a batalhas desesperadas entre os arranha-céus e metrô de Nova York, dentro de bulevares parisienses, pelas ruas de Londres e Berlim; além de ações na Índia, Somália e Rússia e outras localidades.
Assim, com a ampliação das batalhas para outros territórios, o jogador não luta apenas com as forças norte-americanas, mas pode encarnar – ou lutar contra – algumas das mais avançadas forças militares de elite do mundo, como os SAS britânicos ou unidades de infantaria alemãs”
Pra melhorar a história, o jogo teve lançamento nacional em novembro e, atualmente, pode ser encontrado por aí pelas bagatelas: Xbox 360 (R$199,90), PS3 (R$199,90), Wii (R$189,90) e Nintendo DS (R$ 119,90). Continuam salgados os preços, né? Talvez o gostinho melhorasse um pouquinho se o game também tivesse sido regionalizado para o Brasil. No entanto, nem as legendas, para aqueles que não manja inglês poderem acompanhar a história, foram traduzidas.
Mas gamer que é gamer vai aprender a entender o jogo na marra, isso porque o empecilho não tirou a qualidade do game, que já pode ser considerado como um dos melhores do gênero.
E o sortudo que faturou a oportunidade de fazer o teste com a gente desta vez foi o Sr…
(O sorteio foi feito pelo twitter, o resultado divulgado lá e também pode ser conferido aqui).
Vai lá, corre pra pegar pipoca e refrigerante, mais um capacete e uma pá pra cavar trincheiras no seu quarto/sala/cozinha (ou sejá lá onde você está assistindo aos nosso GAME TESTER). No vídeo a seguir, vocês terã aproximadamente 12 minutos de GamePLAY de COD – MW3, no modo história. Vale dizer que eu (Johnny Nastri) terminei esse modo na dificuldade normal, sendo que há mais duas acima e fiz isso em aproximadamente 5hs. Foram dois dias mais ou menos, jogando entre 1h30, 2hs. RESUMINDO: é curto pra caramba.
Eu (de novo) depois de terminar no modo normal, recomecei a jogar no modo mais difícil (ELITE). Posso dizer que dá mais trabalho, mas pelo simples fato de você morrer mais rápido.
No modo normal você aguenta uma quantidade razoável de tiros, no very hard, só uns 3 (à distância). Ou seja, vai ter que correr menos e pensar mais, o que torna a experiência mais duradora. Assim, fica a dica pra quem vai pegar o jogo pela primeira vez: jogue direto no elite. Você vai aproveitar mais, aumentando o tempo de jogatina em algumas horas (aproximadamente o dobro do tempo dos modos mais fáceis).
Agora, vamos à menina dos olhos do grupo de criação de MW3: o modo multiplayer. Na coletiva de imprensa, a equipe criativa deixou bem claro que os esforços deles foram, em grande parte, voltados para as partidas on-line. Há modos, por exemplo, em que o próprio jogador estipula os objetivos a serem buscados. Sem contar o modo Elite, que permite aos jogadores mais experientes formar clãs e ter acesso a itens e mapas especiais.
Porém, as parte interessantes da coisa só podem ser acessadas por quem paga. Há material gratuito no pacote Elite, maaaas…. infelizmente não conseguimos testar no dia desse GAME TESTER porque o serviço estava passando por um momento de instabilidade.
Mas a gente consegue dar uma amostra pra vocês pelo multiplayer convencional do jogo (reparem que, apesar da propaganda, o produto final não é tão diferente do que já conhecemos de outros jogos por aí).
Aeee… Mais um GAME TESTER chega ao fim, mas este não é o último. Em breve, teremos outros grandes títulos aqui. Por isso, inclusive, a gente resolveu criar um sistema de notas para cada jogo que avaliarmos. E, pra “variar”, a responsabilidade pela pontuação será, adivinha? Vejam aí:




