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Pesquisadores internacionais anunciaram nesta quinta-feira a descoberta de dois anticorpos que permitiriam, finalmente, a produção de uma vacina contra o vírus HIV, o causador da Aids. Fonte: G1
Copiar notícia é feio. Mas não dá pra deixar essa passar. Já são mais de 30 anos que o HIV assusta as pessoas e transformou a rotina da humanidade.
Primeiro, ela era tida como a “Doença de bichas“, graças ao preconceito. Depois de um tempo milhões foram infectados (de acordo com a OMS, atualmente, já são mais de 33 milhões de soropositivos no mundo), milhões já morreram (mais de 25 milhões). E isso fez as pessoas aprenderem a conviver com um novo termo: preservativo.
E junto aos preservativos vieram outras questões além da prevenção ao vírus da AIDS. A camisinha passou a proteger as mulheres… Ou melhor, as adolescentes de engravidarem precocemente. Até a versão feminina do método anticonceptivo foi criada.
Esperava-se que com tempo, informação e educação as pessoas aprenderiam algum tipo de lição. Mas em quase 40 anos os preservativos ainda são usados para combater a gravidez na adolescência. Ou pior, na infância também.
Com a notícia dessa nova descoberta que pode, finalmente, trazer um fim ao vírus da AIDS, ouvi o questionamento de algumas pessoas sobre o quanto isso pode piorar a questão da promiscuidade.
Primeiro que eu acho essa palavra muito pesada. E não é de hoje que sexo casual é tido como algo imoral e, nem por isso, deixou de ser praticado. A indústria de filmes pornográficos é uma das mais lucrativas do mundo. E mesmo que o HIV tenha provocado uma enorme pandemia mundial, hoje em dia os soropositivos podem levar uma vida extremamente saudável e normal.
Daí ficam as perguntas: será que com o fim do HIV as pessoas deixarão de se prevenir? Será que o número pais adolescentes irá aumentar em decorrência disso?













