Filmarada: o que já tá e o que vem por aí #1

\\ Vamos tentar fazer essa seção aqui toda sexta-feira. Mas é claro que se nenhum de nós do Vitrine for assistir a algum filme, “bobiviamente”, não teremos nada pra falar… dã! Mesmo porque, é perfumaria pegar o release da distribuidora do filme ou copiar a sinopse de outros sites.

O doce de leite da coisa é ir lá assisitr e depois… depois. Depois o que mesmo? Ah, tá, tentar dar uma de crítico legal. Se é que isso é possível.

Bom, então vamos começar:

Se beber, não case

(The hangover)


Clique aqui se não consegue ver o vídeo acima.

… por Aninha Doca

Simplesmente a melhor comédia do ano até agora (não conto “A Era do Gelo 3”, pois, apesar de eu ter rido pra caramba, trata-se de uma animação). “Se beber, não case” é uma comédia masculina, mas agrada tanto aos homens quanto às mulheres. A história, à primeira vista, parece ser mais um clichê: três amigos vão a Las Vegas para uma despedida de solteiro e fazem tudo o que é e o que não é permitido (porque “o que acontece em Vegas, fica em Vegas”). No entanto, o que nos surpreende e nos faz rir são as personagens e situações inusitadas que aparecem durante o filme. E o final, então? (Não, não vou contar o final, hehe!) Quando você pensa que o filme acabou, vêm as cenas mais hilárias, que fazem você rolar de rir. Um filme realmente pra se esquecer do mundo e se entregar ao riso.

… por Romenique Zedeck

“Eles estavam curtindo uma viagem, mas algo sai errado na despedida de solteiro. E dai em diante, confusão é o que não vai faltar enquanto todo mundo procura o amigo desaparecido!

Começando meu review sobre o filme como o narrador da seção da tarde, quero dizer uma coisa: filme totalmente excelente! Uma comédia muito inusitada, bem diferente daquele besteirol americano de formula ja batida e cansada. Personagens bem carismaticos, piadas ótimas, timming das piadas perfeito, enquadramentos diferentes… É tanta coisa boa no filme que não da para enumerar!
Esse é o tipo de filme que você não sabe o que esperar, o que torna as piadas mais impactantes! Nota 10!
Um unico porém é a legenda, que ficou fraquinha em alguns momentos, mas nada que prejudique a diversão.”

Estréia: dia 21 de agosto

O sequestro do metrô 123

(The Taking of Pelham 1 2 3)


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… por Johnny Nastri

Sabe quando você queima a língua tomando algo quente? Então, fui descuidado ao falar mal de John Travolta (já que pra mim ele sempre está com as mesmas caras nos filmes que faz) dias antes de ir à cabine assistir à apresentação pra imprensa do filme. Tá, a cara continua a mesma (mais velha, mas isso não culpa dele), mas o cara mandou muito bem como Ryder… “Não é como o chinelo, tem um Y”. Essa fala me fez lembrar de John Cofe, interpretado por Michael C. Duncan em “A espera de um milagre“.

O mais ou menos bonzinho do filme, é o controlador de tráfego de metrô Walter Garber, “encascado” por Denzel Washington. A ideia da produção é simples e bem manjada, principalmente pra quem perdeu tardes de domingo assistindo a temperaturas máximas por aí: um bando de ex-presidiários sequestra de forma cinematográfica 1 vagão de um dos metrôs de Manhattan, nos EUA. Mas PQP… o troço funciona bem e mesmo sabendo como vai ser o final, atolei-me na poltrona até o final da sessão.

Estréia: dia 4 de setembro

Julie & Julia

(Julie & Julia)


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… por Johnny Nastri

Geralmente, quando eu leio a frase “baseado em uma história real” entro em pavor. E quando li que o filme se baseava em duas cozinheiras, só fui assistir porque era de graça mesmo… Lembram da história de queimar a língua? Pois é. Meryl Streep é deslumbrante. Na verdade, ela é Julia Child, mulher casada com um agente do serviço secreto dos EUA na França, ex-funcionária pública, que não tinha nada pra fazer e resolveu aprender a cozinhar.

Amy Adams é a escritora Julie Powell, funcionária pública e que também está cansada da vida simples e chata e resolve… aprender a cozinhar. A única diferença entre as duas é a época. Enquanto uma decide escrever um livro conforme se torna uma cozinheira de prato cheio (foi mal, não resisti ao trocadilho) a outra, em seu blog, desafia-se a fazer todas as receitas de sua quase xará (mais de 500 em apenas 1 ano). Detalhe que o livro de Julia Child demorou mais de 8 anos pra ficar pronto.

O que dizer mais? O filme é fantástico. Certamente outra surpresa pra esse crítico de garagem aqui. Em alguns momentos até dá impressão de que o filme perde o ritmo, mas as cenas são necessárias para o desenvolvimento da história. O final é típico de um filme baseado em fatos reais, porém, é bem costurado e você sai do cinema com uma puta fome.

Estréia: dia 16 de outubro

Quanto dura o amor


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… por Johnny Nastri

Ah, vai… Vou chutar o pau da barraca, já que nem sempre a gente vê coisa que presta. O que presta a gente dá uma força, como falar bem da fotografia dessa PORCARIA de filme. Quando a gente dá chance pras produções nacionais, deparamo-nos com abobrinhas na maioria das vezes. É sempre a mesma coisa baseada em gente largada ou de bode. Parece que brasileiro não sabe viver fora do próprio egoísmo de querer se amarrar facilmente.

Acho que a única história que poderia ter prestado ali foi, foi… a que conta os créditos finais. Uma bosta.

Estréia: em outubro (dia? Não tem no release e eu não vou perder meu tempo procurando)

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  1. Aninha says:

    Nossa, nem vou perguntar do que se trata o filme “Quanto dura o amor”, hehe! Quanto ao “Sequestro do metrô 123″, estou louca para ver! \o/

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